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Emma Goldman
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sábado, 7 de junho de 2008

de fato

tudo isso é inevitável aos aconetecimentos das flores. Elas se reproduzem atraves de um outro ser, bem mais voador, bem mais colorido, despertante por uma crista socialista. Mas há quem pense que os maiores pensadores são os hebráicos, mas não sabem de fato que algo possa nos fazer não sentir o que fazemos agora e pensar em algo muito louco. estamos com muita intenção de raciocinar, nada sai pelo raciocínio, tudo somente olhando para uma tela e tentando pensar (pensando, de fato) em algo. Vicia. Haha, bosta! Vão pedir para parar, vire a cabeça, virou. hebraicos putos com a falta de sentido. mas temos um sentido! estou sentindo falta de mais álcool. vida inútil, deus inútil, me forneceu pouco álcool. Ridículo, meus olhos estão ardendo, diminuindo pela extensa e contínua força exercida por algo criado por outros camaradas humanos, e minha mãe está furiosa comigo. pronto, fecho os olhos e viro a cabeça para baixo, não erro nada quando estou escrevendo. haha, sou foda! sou desu! haha, eu crio e dou vida! haha, foda-se. então, por que quiseste minha vida assim? estação da alegria estar contigo, quera-quera estar contigo! faça tudo e não faça nada. não faça nada para fazer tudo.

Manifesto de sei lá o que do paulo.

terça-feira, 15 de abril de 2008

O nome dessa história é Jão no outro lado das maravilhas do país.

Mudou os sentidos, as cousas, antes três, agora umas aí.



Vários patos, são sádicos, proferem de dinheiro, poder, se derretem, pivetes.



Os dous plins que existem do lado de lá, ficam sempre escarlates, muito confiantes que esse calor irá acabar.



Ha, mal se eles soubessem que da ponte prá cá já temos uma tecnologia mais avançada!



Mal sabem eles que aqui os patos são comidos, as galinhas são cultivadas para botarem ovos! que aqui é tudo normal, tranqüilo! Que a Dercy ainda não morreu, que o governo é eleito a cada 4 anos!



mas eles sabem que nós existimos, ora!



E da ponte pra cá, somos felizes, temos bastante-tante dinheiro!



Eles são retardados, afinal, quem não vive sem o dinheiro?



A senhora Geórgia não, ela gosta de mães de crianças chamadas güilianos. Diz ela que lembra nome de Deuses, né?



Xih jão, ela tava até conversando sozinha!



Opa, já são 3:40, temos de fazê-los brotar!



A cena é essa ó, fica ligado!



- Pois é, do outro lado está a rose, a cena real não é assim não! o castelo de os indivíduos que moram de lá não é assim não!



Crie, imagine-os, como são?



Quer saber, não sei, acho que nem existem... Disse Jão.



Ele pensa que são retardados por não existirem!



Ah, que blasfêmea!



Até que, os bifes são trugnamentadoramente triturados por rádios, relógios, cereais, e seu estômago, é lógico.



Jão, um cara legão, tem um moletom, está a 25 metros do outro lado, e tem medo de lá. Exatamente no momento que algum pássaro cantou forte, ele gritou, e pulou. Ninguém soube dele, até que ele voltara depois de alguns segundos.



Pois é, esse não é o outro mundo, o outro lado da ponte.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

A vida de um cara legal. CAPIÍTULO 1

Estava ele lá. Se chamava Marcelo. Ele, segundo terceiros, era o famoso "atirador de pedras, o grande marcelo do olho". Ele via tudo de mau, mal, bem, tudo sobre as pessoas que relacionava. Seu olho era caótico.

Grande, de cores negras, uma pupila estendida, demonstrando superioridade à quem estivera olhando, com os cílios minúsculos, quase inexistentes. Era de uma baixa estatura, feio por si só, digino de dó. Uma perna maior que a outra, pois tera arrancado o próprio joelho aos seus 7 anos por rebeldia, depois que sua tia lhe impora que fizeste o dever de casa de Espanhol. Não ficou abalado, pois, Maria Francisca, sua então tia, tinha se suícidado ao ver o garoto arrancando o próprio membro do corpo com uma enchada.

Viveu, então, desde esta idade sozinho no mundo, a caçar joelhos. Tinha essa mania, de olhar sempre para os joelhos. Essa sua visão Χαοτικη (grego, caótica), estava o infurecendo, pois ficava fissurado ao sentir prazeres com joelhos. Quando, aos 12 anos, para não ver mais, às noites de Paris, atirava pedras em sua própria cara, para tentar esquecer dos joelhos, até, que, viu que não resolvia, arrancou o próprio olho esquerdo, ficando com a face desfigurada pelas pedradas e desfalcada pelo olho arrancado. Ficara, neste orifício do crânio um círculo propiramente dito, negro pelos seus interiores. Isto lhe causava grandes dores de cabeça, pois vermes entravam através da grande abertura circular, e sugavam o seu sangue, provocando uma grande infecção em seu interior.

Ficara muito irritado com isso, e voltou a procurar joelhos, e, achou uma menina com sua mãe com um joelho tão sedutante, e, em um ato perfeitamente rápido e ágil, pegou-a e arrancou os dois joelhos da pequena garotinha. A mãe ficara escarlate, sem saber o que fazer, e po-se a chorar, correu para a menina, chorando feito uma bezerra, gritando "Cadê a porra de deus que você falou que era bom, desgrassa!". Foi, sim uma cena chocante, e Marcelo sem dúvidas estava olhando, sem nenhum tipo de remorço. Seguiu de caminhada pelas sombras negras das alamedas de Paris, pensando em que fazer com o então joelho conquistado. Pois, eram dois. Resolveu abrir mais o lugar que sofre com os vermes, onde era o orifício do olho, e, com muito sangue, sofrimento, enfiara um joelho no local, deixando os vermes la dentro. Quando sentiu os malditos pelas suas entranhas, pegou o outro joelho, com força, ergueu o braço à frente de seu rosto, sangrado, sofrido, lançou um ligeiro movimento em direção à face, especificamente ao seu nariz, quebrando-o todo, deixando essa sua fronte-facial toda flexível, e, com o osso quebrado do então osso violentado, rasgou a pele da fronte, única coisa em que estava segurando a cartilagem nasal e alguns ossos do crânio, abrindo um grande orifício, fazendo-o jorrar sangue por todo rosto, e, repentinamente, arrancara a pele juntamente com os vermes. Ficara bem mas horrível que era.

Passaram-se alguns anos, tinha por volta de 24 anos, Marcelo, o grande, o do olho, continuava fissurado por joelhos... Desde então, fizera já mais de 134 vítimas por seu vício, inclusive presidentes de repúblicas, como o senhor João Globo II (Presidente da Itália), Pegoute (presidente da Finlândia). Ficava, com o tempo, mais velho, arrogante, forte, e cada vez menos saudável. Não se alimentava mais de vegetais, como era de costume de sua tia formalmente-correta à época, agora se alimentava de moscas, baratas, insetos em geral.

Passaram-se semanas, já havia matado alguns vampiros, alguns padres.

Tinha desafiado a Igreja, Deus. Falou que não existia. E, o povo, com receio e ódio desse indivíduo não-humano, ficara pasmo. Daí, que, surge de uma luz intensa, com cheiro de vinagre, o grande (não maior que Marcelo, o grande, o do olho), Deus, com sua espada e as sete anjas acompanhadas se masturbando.

Bem, isto não vem ao caso, foi então que, em um ato ligeiro, Deus, o cortador de Dragões, arrancou sua roupa e ficara totalmente nu, apenas com um cuturno e a espada na mão. Marcelo, entretanto, riu, debochando de Deus, achando que o joelho implantado em seu orifício que deveria estar um olho normal estava lhe dando alterações psicológicas, pressões alucinógenas. Foi na hora que, Deus, foi para cima de Marcelo do Olho, que, o último se assustara com a reação, e se esquivou da espadada dada por Deus. Assim despertou ódio ao ser supremo, desafiando-o para um ringue.

Marcelo, com sua aparência sem comentários, com o sangue, já de alguns anos, coagulado em sua face totalmente desconfigurada, com uma abertura no local nasal, a pele frontal já apodrecendo de estar dependurada ao norte dessa abertura, um joelho enfiado no local do olho, onde, o local de osso do crânio que prendia o joelho forte e firmemente já estava isento de pele, pois havia apodrecida, estava com alugmas rachaduras, e sua boca desconfiugrada, austente de toda a parte superior labial, sem dentes, cabelos crespos demonsntravam a falta de higiene. Seu físico era magro, com um braço rasgado, e uma perna menor que a outra, tendo uma roupa já usada há 15 anos, rasgada e suja por si dizer.

Deus, por outro lado, com um visual fora do normal, era totalmente branco, com olhos azuis, corpo bem moldelado, estilo homens de calendários de oficinas de carro femininas, todo nu, com o órgão genital já totalmente desenvolvido e perfeito, testículos redondamente causava orgasmo nas freiras, tinha já feito a barba, e escovado os dentes. Ele mesmo, olhou intensamente à Marcelo, que lhe devolveu uma joelhada, digo, olhar 43.

[A BRIGA ENTRE MARCELO, O GRANDE, O DO OLHO, COM DEUS, O GRANDE, O DO TESTÍCULO, SERÁ NO PRÓXIMO CAPÍTULO]

domingo, 17 de fevereiro de 2008

sosego

boa dia
boa dia senhora marta?


como vão os meninos?

gordos e famintos...

malcuidados ou maldizer?

Até mais e veja se apareça! Na realidade, agente teria de estudar...

o que viestes realmente fazer aqui dona marta?

querias ser prestigiada por um pár de pássaros chatos que assoviam o dia inteiro?

meu deus, serás então que você vieste cobrar os cincos cruzados que lhe devo daqueles peixes, que há muito tempo lhe comprei?

mas escute.... nessa minha vidinha vadia não costumo repassar esses papéis e eeses botões de ferro para os outros... o que chamam de dinheiro...
prefiro comê-los.

depois de dona marta, a gentil senhorita que possuístes uma barriga decaída e gorda não de alimento, mas sim de vermes, que invadiram seu sistema excretor, saír pela porta da frente, finalmente as pessoas da sala de estar saíram de seus recintos, formando tudo em todos os conceitos já formados em um simples ato de.... nada mais nada menos,...

...estudar;


tic tac tic tac....

era o barulho feito pelo teclado sendo digitado por dona marta, humildemente escutando vários efeitos sonoros diferentes, como de uma bomba prestes a estourar, um disquete sendo salvo de sua morte, a dor das várias crianças que morrem a cada dia na Angola, e... de míseras pessoas estudando...

dona marta faria uma rebelião em si mesmo, no seu subconsciente, para atender às vozes que escutara...

entrou em contato com sua mente...

fervia de calor...

no momento já não havia mais neurônios em seu corpo...

começou a sentir um gelado em seus peitos, caídos aparentando uma senhora de 60 anos, mas, tinha por volta de 34....

havia em seu pensamento um dualismo...

onde pensava como era deus...

como escutava aquelas vozes...

um dualismo onde, raciocinava não, não tinha mais cérebro para raciocinar, achava que entre deus, aquelas vozes que...escutava, e seu subconsciente, havia um cotratema...

mas.... não chegou ao silogismo mútuo, não soube do que se tratava, e...

pensou...

pensou...

tentou pensar mas não conseguia...

então, disseram-na:

estás estudando... ou não somente você... nós também...

estudando...

pessoas estudando.

Grande Guerra casal

Oi meu nome é Paulo, tenho 16 anos (Teria se estivesse vivo), morri aos 8 em Vaso,Banheiro. Eu andava de bicicleta quando o morro Chulé-Negão tentou invadir o que eu morava, o Parque das Aráraquaricas das pedras no interior do Box. Chegaram já tacando espuma de sabão de coco, sendo que nós só tínhamos pedras-pomes. Ateavam fogo, chutavam tudo inclusive paus e pedras. Muitas pedras. Até o infinito e além com nossas pedras. o Pedro (nosso maior pedreiro) apedrejou com ardep e drape e todas as inversões possíveis de pedras de todo o mundo de Pedranistão. As pedras estavam tão aflitas como as britas e os tijolos, e os copos de vidro.
Até o fogão de lenha virou de pedra, e as panelas de pedra viraram de,... pedra também. Tudo em caos, tudo queimando, até que uma flecha me atingiu me avisando que aquela guerra não iria acabar. Guerra, fuerra, puerra, perra, pedra. Tudo tinha pedra,... inquilina da morada predileta-pedrileta-pedraleta-leta=pedra.
No fim, as pedras do senhor Jose acabaram, transformando tudo em madeira, mas não deixando de ser pedras...míseras pedras, que se dizimaram e viraram lãs; lãs de,....

...Pedra

Chegou, fico, saíu de seu mundo

Em frente à fogueira, estava o louco varrido que cambaleava tonto sem sequer prestar
atenção ao que falavam ao seu redor, pessoas, insanas, uma festa sádica com um toque mazô, dentre suas entranhas retumbavam os sinos da alvorada da meia-noite... Escuridão... Álcool no sangue... Sangue na garrafa... Insanidade imperando o lúcido, porém, esquecido de viver; uma loucura que, para seu desdém, o louco disse: vem KAFKA comigo, e os demônios que rondavam as redondezas daquele lugar estranho, nunca visto por ninguém, entraram em seu corpo e, o então louco, tornou-se novamente são.