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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Instabilidades na América Latina! Bases militares dos EUA, mísseis venezuelanos e petróleo brasileiro

EUA está investindo pesado na base militar Palanquero, na Colômbia, com a então desculpa de combater o narcotráfico. Que babozeira!

Quem não lembra do ataque ao Iraque e ao Afeganistão, nesta nossa década mesmo, com desculpa de combater os regimes totalitários dos países e de intervenção aos supostos "investimentos em armas nucleares" destes países? O que se sucedeu? O EUA queria mesmo era exercer mais influência na região, pois é onde existe mais petróleo até então no mundo inteiro. Quem desconsidera a história está apta a repití-la.

E também não foi somente isso que os EUA fizeram como desculpa para invadir países, podemos também lembrar o 11 de setembro, o qual há fortes evidências que as torres gêmeas foram implodidas pelo governo estadunidense para servir de desculpa para, também, invadir o oriente médio!

Agora vem nosso querido Obama fortificar bases militares na Colômbia como alternativa de combater o narcotráfico? Ora ora ora, basta!

Essas bases criaram uma instabilidade na região, e, serve também de desculpas, para Hugo Chávez, na Venezuela, investir em mísseis russos de alcance de 300 quilômetros!

"Em breve alguns foguetinhos estarão chegando. E eles não falham" diz Chávez, que, também diz que os mísseis servirão de defesa nacional. Vale ressaltar também que, em novembro, Rússia e Venezuela realizarão exercícios militares conjuntos no Mar do Caribe.

Enquanto isso o presidente Lula apenas disse “A mim não agrada outra base militar na Colômbia”.

Além de tudo, também devemos ficar espertos em relação à gigante reserva de petróleo descoberta em águas brasileiras. Obama já chamou Lula de "você é o cara!", Lula é diplomaticamente amigo de Chávez, e, além destas bases militares, essa questão do petróleo tem de ser também acompanhada com muita atenção.

Instabilidades na américa latina. Que fiquemos, nós, o povo, atentos! Os ricos estão lutando "diplomaticamente" pelas suas regalias e por poder, enquanto somos mal tratados no trabalho, recebemos salário miserável e somos constantemente roubados pelos políticos!

Ação popular já! Fora Obama da Colômbia!

domingo, 21 de setembro de 2008

Liberdade e Escravidão

A Declaração de Independência dos Estados Unidos, firmada em 4 de julho de 1776, propunha a formação de um governo fundamentado nos pressupostos políticos do iluminismo. Pela primeira vez, um Estado organizava-se a partir de uma nova relação entre o governante e a nação, que passava a ser formada por cidadão com poder para destruir o governo, caso este não zelasse pelo bem-estar da maioria. Estavam assim garantidos os chamados direitos fundamentais do cidadão.


Entretanto, esse fato não significou que o Estado norte-americano estivesse instituindo a igualdade humana, pois os direitos que enunciava – liberdade, igualdade, direito de destruir os governantes – eram restritos à parcela da população norte-americana formada por homens adultos, brancos, livres e preferencialmente puritanos. Os escravos e seus descendentes e as mulheres (brancas ou não) não eram incluídos nesses benefícios. Os norte-americanos fundaram a democracia na Época Moderna, mas ainda como um sistema que se restringia a uma parte da população (eis a primeira democracia, então pode-se imaginar as demais, as quais não são muito diferentes).


Como se explica o fato de a Declaração de Independência dos Estados Unidos afirmar que “todos nascem iguais” e “têm direito à liberdade”, ao mesmo tempo que naquele país vigorava a escravidão?