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«Se VOTAR mudasse alguma coisa, o VOTO já teria sido banido.»
Emma Goldman
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domingo, 21 de dezembro de 2008

Atitudes fascistas no MPD

Entrei na comunidade e postei o texto que está abaixo. Então, alguns me responderam em relação à moderação, outros discutiram mutualmente tendo nada a ver com o tópico, etc.



Então, eu enfatizei o caso da "anarquia", apenas UM postou sobre, e falou superficialmente, nada mais.



Quando menos espero, um tal moderador "Matheus Castro" envia esta mensagem para mim:

"Bud, será colocado em votação a sua permanencia na comunidade devido a confusão criada por sua falta de informação...



A partir de agora até amanhã ao meio-dia, eu banirei o Bud e entra em votação se ele devia mesmo ser banido, se ele volta a comunidade ou fica banido... como foi discutido na reunião de hoje sobre as regras. "



Será que é democrático mesmo? Eu não incitei confusão nenhuma, não tenho falta de informação, me baseei em argumentos concretos, como a regra da comunidade, e me baniu dizendo que isto foi discutido na reunião. Agora, quero que me responde: como é que vão decidir quem incitou a confusão, ou não? Quem terá a palavra para dizer o certo e o errado, quem terá que pensar se foi incitação ou não? E se eu não tivesse (foi o que aconteceu) tal intensão, serei banido?



E fui.



Medidas como esta não são nada democraticas, são mascaradamente fascistas, por não aceitarem outras opiniões, e nem chega ao caso de ponto de vista, mas sim de uma prévia atitude infantil tomada por eles. Então, eu, que disse, e apresentei argumentos, como foi contrário à moderação, foi expulso, colocando a idéia de que a concepção da moderação (mesmo esta sendo votada por "todos") é a certa, excluíndo qualquer outra individualidade que se coloca contrária à tal.



"Tenho que por as regras em execusão, você chegou ontem na comunidade já tá arrumando confusões..."

Esta foi a desculpa de Matheus. Aí ele demonstra certa autoridade, como se pudesse decidir quem pode postar, quem não pode, quem está causando confusão, quem não está. Ele se colocar sobre os outros, é uma atitude democrática?



E eis que respondi: "Como você se considera democrático sendo que se coloca sobre os outros, em um cargo suposto "autoridade", que somente deve obrigações? "


E ainda se dizem democratas...



Não vou generalizar, pois muitos alí almejam sim a democracia, mas, alguns pseudos, como este Matheus Castro que se desculpou com "Tenho que por as regras em execusão, você chegou ontem na comunidade já tá arrumando confusões...", merecem meu desprezo, meu repúdio.



VIVA OS REAIS!

QUE SUMAM OS PSEUDOS!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Movimento Pró-Democracia PSEUDO democrata


Movimento Pró-Democracia é um movimento que surgiu depois das eleições de 2008 no Rio de Janeiro, em virtude de podridões no esquema eleitoral.



O movimento em poucos dias tomou porporções gigantescas, fazendo uma comunidade do orkut crescer do zero até 10 mil em menos de uma semana. O movimento provou que não é somente mais uma comunidade do orkut, e houveram alguns protestos de grande porte no Rio de Janeiro.



Mas uma coisa que me intrigou a princípio, foi o nacionalismo exaltado: uma das frases que foram acolhidas por eles é a parte do hino "Verás que o filho teu não foge à luta". Como anarquista, seria lógico eu não defender tal posição, e digo que isto é indivualidade minha, EU acho que cantar o hino brasileiro em frente à sede do TRE (como fizeram) não irá mudar nada.



Mas o que mais me intrigou foram duas atitudes:



1. a exaltação da suposta moderação da comunidade. Em pouco tempo, criaram regras, burocracias, aprovações para entrar na comunidade, exclusões de tópicos, inclusive fiz um mostrando meu ponto de vista em relação à esta atitude, e em algum tempo ele foi apagado.



2. Como foram criadas várias regras, uma é tal que:



"• Apesar de cada um poder expressar livremente suas opiniões e ter o direito de reivindicar respeito a ela, essa é uma comunidade com regras explícitas e que devem ser cumpridas para bem do MPD de forma sempre a ajudar o movimento a prosperar e DEMOCRACIA SEM ORGANIZAÇÃO NÃO É DEMOCRACIA É ANARQUIA."



Como assim? Quem, que quer organizar um movimento em defesa da DEMOCRACIA, pode tomar uma posição infantil desta? Democracia sem organização não é democracia, é anarquia? Gostaria de saber se o suposto moderador sabe definir o que é anarquia.



Com toda certeza não sabe o significado - por ter dito isto - de anarquia. Para responder com poucas palavras, anarquismo é ORGANIZAÇÃO SOCIAL com ausência do poder ilícito. Anarquia é democracia antes de tudo, em suas bases a DEMOCRACIA é A MAIS IMPORTANTE, por ser a autogestão do POVO.



Demo - povo; Cracia - governo, poder; governo do povo, logo, anarquismo tem por base a DEMOCRACIA. Mas, confunde-se democracia como um tipo de governo, e não o é, um governo pode se declarar democrata, como também autoritário e centralizado. Democracia é uma opção, que no caso ela é representativa. A anarquia opta pela democracia direta, isto é, todos os indivíduos têm a mesma função política e social na sociedade, todos têm contato direto para com a democracia.



Anarquismo é autogestão, democracia direta, ORGANIZAÇÃO, respeito, responsabilidade proporcionando a liberdade e a igualdade. Isto há de se lembrar, não é libertinagem, é liberdade condicionada pelas relações humanas.



Como pode, um grupo que se denomina "Pró-Democracia", difamar a democracia? Contraditório, não? Mas já é de se esperar tais atitudes quando a burocratização e a criação intensa de regras começam a surgir, quando a hierarquia começa a se impor, quando os integrantes do movimento começam a se dividirem.



Paulo Afonso Ladeira de Lima Júnior.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Vamos brasileiros, felizes!

"ME MOSTRA QUE PROTESTO, É SÓ QUANDO BOY MORRE



AQUI SÃO FLORES DE CAIXÃO EM SILÊNCIO, OU BALA DE BORRACHA, E GÁS LACRIMOGÊNIO"
Facção Central




No Brasil protesto é só quando boy morre mesmo. A polícia mata, oprime (uma das que mais mata jovens segundo a UNESCO), somos roubados, corrupção, pobreza, miséria, guerra civil, etc.



O que o brasieliro está esperando?



Alguém morrer?



Não, isso não, pois muitos morrem diariamente na mão das "autoridades" e nada acontece.



Vão lá, brasileiros!



Vão assistir novela!



Vão se embreagar!



Vão festeijar carnaval e mulher gostosa!



Afinal, somos o país tropical, abençoado por deus, não é?



Vamos lá, brasileiros, vamos lá, ACOMODADOS!



Explorados, oprimidos, roubados, miseráveis, mas felizes!



Ignorados, chamados de ignorantes e burros pelos povos exteriores, excomungados pelo governo nacional, fudidos pela própria natureza! Mas felizes!



Enganados diariamente com propagandas além da realidade, tais como de um celular caro, xiq, e que comprar isso, mesmo gastando todo seu dinheiro, ou mesmo parcelando em 90x, você será o mais legal!



Vamos lá, brasileiros, o próprio hino do teu povo, da tua pátria amada (será que amam mesmo?), diz que "verá que um filho teu não foge a luta", mas que luta é essa? A luta pelo melhor espaço dentre milhões de babacas? O melhor dos babacas? A luta que sempre dizem "temos que lutar para vencer na vida", e nunca lutam, sempre se conformam, sempre aceitam calados, sempre são submetidos!



O governo manda o povo gastar, consumir (mais?) para balancear a crise, mas libera mais de 300 milhões para empresas privadas! Mas são felizes!



Vamos lá, brasileiros!



Exercer toda sua cidadania e praticar a democracia: vamos votar consciente. Falar que isso é democracia é tão fácil! Somente vá votar, fale que pensou para votar, "escolheu o melhor", volte para casa, e aguarde mais dois anos para eleger o grande representante!



Que democracia! Acho que a maioria do povo nem sequer sabe o que esta palavra significa.



Vão lá, brasileiros!



Enquanto políticos, nossos queridos representantes da democracia escondem dinheiro roubado, propina, corrupção, na cueca, na boca, na bunda, na puta que o pariu, estamos nós aqui, na miséria, sem saúde e educação (onde acha que está o dinheiro?), com o imposto maior do mundo! Mas somos felizes!



Povo ignorante, povo conformado, povo explorado, povo roubado, povo extorquido, povo exculachado, povo miserável, povo que é assassinado, mas povo feliz!



Pense, brasileiro, pense! Sei que é algo inédito à um povo tal como este, mas tente! É fácil!



Quer uma ajuda?



BPI

MAL

O Movimento

PauloNulo!

Reevolução no Séc. XXI

A-Infos

Para entender o anarquismo


Conformismo tem cura. É difícil, mas basta você querer.

sábado, 4 de outubro de 2008

A Revolução só é Possível com a Conscientização

Revolução não é um ato que alguém a faz, a dirige, quando bem querer, quando achar melhor. Não. Uma revolução anarquista será de fato uma revolução bem sucedida, porque para esta realizar só é possível através da conscientização popular, ou seja, só é possível do povo, pelo povo.






Uma revolução anarquista não visa um pós-estado ditatorial, então não quer chegar à autonomia através do poder; uma revolução anarquista não é reformista, pois acreditamos e temos a convicção que o governo é corrupto, corrosivo, e apenas interfere na liberdade individual; a revolução anarquista é algo além. Assim como Errico Malatesta já havia dito, para vivermos em anarquia há de sabermos ser anarquistas. E a revolução anarquista é feita por indivíduos conscientizados pelo ideal revolucionário de emancipação popular, e pelo ideal libertário e autônomo de nos organizarmos em uma sociedade anarquista.






Então, é possível eclodir uma revolução anarquista em três aspectos:




Se nossa propaganda for intensa, trazendo adeptos ao ideal revolucionário libertário, ou mesmo não necessariamente apenas trazê-los, mas disponibilizar o ideal no cérebro do conformado, informação no desinformado e auto-estima no derrotado, fazendo com que estes não ridicularizem ou tenham uma visão de baderneiros, vagabundos dos anarquistas. E essa propaganda, além de distribuir informações do nosso cotidiano corroído, dessa injustiça em que vivemos, e aplicando o ideal anarquista, através do diálogo, através de mutirões organizados de propaganda, dentre outros meios que possam ser pensados pelos anarquistas, como também praticar a anarquia hoje em dia, isto é, praticar a autogestão. Criar pequenos núcleos “autogestionados” como exemplo da possível existência de uma sociedade anarquista, sem a necessidade de Estado, governo, leis, autoridade, etc., somado com a propaganda do diálogo, dos mutirões (já ditos acima), fazendo o indivíduo pensar mais sobre o assunto, ter um raciocínio além das fronteiras decretadas pelas autoridades, pelos governantes, e é o que elas não querem, elas não querem os indivíduos raciocinando. Querem encher o ser humano de falsas concepções, de culturas medíocres, de falso luxo, falsa felicidade, falsa liberdade. Outras idéias de propagandas são bem-vindas, restringir à uma, ou à outra, ou seria mais difícil, ou fracassaríamos. As idéias de propaganda do ideal giram em torno uma das outras, sempre uma irá completar a outra, e vice-versa, como exemplo a propaganda de diálogos, mutirões, que somados com a aplicação da autogestão, são mais precisas e mais eficazes que apenas uma; somente os diálogos e mutirões seria muito esforço para pouca repercussão, mobilização e desenvolvimento do raciocínio; somente a aplicação da autogestão seria fraco, pois são pequenos núcleos, e, a única forma de propaganda seria a mídia capitalista, a qual iria somente dizer mau, ou nem tocar no assunto. Então, mais e mais idéias de propaganda são bem-vindas e necessárias para uma boa mobilização popular.






Se, através da propaganda, nós vermos que houve uma favorável mobilização popular, e várias pessoas se aderiram, ou mesmo deixaram de descriminalizar e passaram a apoiar, seja da forma que for, podemos aplicar a ação-direta como um passo à revolução. Até na ação-direta devem ser aplicadas as propagandas - propaganda é algo especialmente necessário em qualquer das hipóteses, compreendendo como propaganda pós, ao decorrer e pró ação-direta como conscientização sobre o porquê que estaríamos fazendo tal ato -. A ação-direta deve ter toda uma organização para praticarmos o ato com excelência, e ter toda a tática de militância no ato, como precauções, mais de um plano para orientar a ação, etc. Depois de intensas ações-diretas, com toda certeza de repressão policial, com base na propaganda de descriminalização do Estado pelo povo, sendo aquele um órgão opressor, falso-democrático, quem já apoiaria o ato cresceria sua revolta, quem ainda não apoiava, seria mais um motivo para apoiar, e nos fortificar cada vez mais.






Com base nesses dois métodos pré-revolucionários (até em outros meios de organização e prática emancipacionista), e revoltando cada vez mais o povo, a revolução estaria cada vez mais perto, porém não tão perto, ainda um pouco longe. E para chegarmos lá, todo esse processo há de ser realizado, e ambos métodos serão realizados a longo prazo, e é por isso que há a necessidade de entregarmos nossas vidas para a luta pela nossa emancipação. Os métodos pré-revolucionários resultarão na revolução somente se estiverem em completa e natural harmonia, não restringindo à uns, ou à outros; dessa forma, a revolução não triunfará.






Apenas com o povo conscientizado sobre as questões sociais atuais, e como poderíamos viver na democracia-direta, autogestão, com responsabilidade, respeito, e consciência de que o apoio-mútuo nos faz progredir mais que a luta-mútua, é que a chama de revolta do povo se ascenderá, e seremos, uns e os outros, nós, o povo, seremos a nossa lenha, para a chama crescer e destruir os órgãos opressores, os castelos de gelo produzidos com nossos antigos pensamentos, culturas, e idéias fúteis de relacionamento.

domingo, 21 de setembro de 2008

Liberdade e Escravidão

A Declaração de Independência dos Estados Unidos, firmada em 4 de julho de 1776, propunha a formação de um governo fundamentado nos pressupostos políticos do iluminismo. Pela primeira vez, um Estado organizava-se a partir de uma nova relação entre o governante e a nação, que passava a ser formada por cidadão com poder para destruir o governo, caso este não zelasse pelo bem-estar da maioria. Estavam assim garantidos os chamados direitos fundamentais do cidadão.


Entretanto, esse fato não significou que o Estado norte-americano estivesse instituindo a igualdade humana, pois os direitos que enunciava – liberdade, igualdade, direito de destruir os governantes – eram restritos à parcela da população norte-americana formada por homens adultos, brancos, livres e preferencialmente puritanos. Os escravos e seus descendentes e as mulheres (brancas ou não) não eram incluídos nesses benefícios. Os norte-americanos fundaram a democracia na Época Moderna, mas ainda como um sistema que se restringia a uma parte da população (eis a primeira democracia, então pode-se imaginar as demais, as quais não são muito diferentes).


Como se explica o fato de a Declaração de Independência dos Estados Unidos afirmar que “todos nascem iguais” e “têm direito à liberdade”, ao mesmo tempo que naquele país vigorava a escravidão?

sábado, 13 de setembro de 2008

Anarquia é a Justiça

Dizer que anarquia é inviável porque regressa em questões econômicas é hipocrisia.



O que é inviável é vivermos sempre na desigualdade e sem liberdade, o que é inviável é termos que sempre nos submeter à um lider, por mais que seja seu trono apoiado uma vontade geral*, o que é inviável é nos relacionarmos através do capital que rouba o crédito do trabalho.

E, mesmo que anarquia seja regresso de economia, qual o problema? Não queremos mais idéias loucas econômicas, que tais sempre tendem à desigualdade (mesmo sendo ela jurada pela lei), burocracia. Queremos a igualdade, queremos a liberdade, o respeito, a paz, que nunca foram aplicadas realmente.

Não sobreponho questão de economia e outras idéias criadas pelo ser humano sobre a igualdade, sobre a lei natural.

Oras, se vamos regressar em relação à isso, o que não tem nada de mau - pelo contrário - vamos progredir em relação à direitos naturais (que nunca progrediu de fato). Anarquia não passa de Justiça.

Esquecem a justiça e pensam em idéias hipócritas.

Na minha concepção, é hipócrita aquele que coloca idéias sobre ele mesmo.





* Vontade Geral segundo Rousseau - Ver: O Contrato Social

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Declaração Sobre Voto Nulo - Não existe mais!

"Presidente do TSE esclarece que voto nulo não invalida eleição

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marco Aurélio Mello, esclareceu nesta quarta-feira (6) que nenhuma eleição no país seria anulada caso os votos nulos superem 50% do total. O desmentido refuta o principal argumento da campanha pró-voto nulo que circula na internet. Marco Aurélio se baseou na Constituição e também no Código Eleitoral.


O ministro começa citando a Constituição: "A Carta manda que o eleito para presidente tenha pelo menos 50% mais um dos votos válidos. Estão excluídos desse cálculo os brancos e os nulos. Mas se, por hipótese, 60% dos votos forem brancos ou nulos, o que não acredito que vá acontecer, os 40% de votos dados aos candidatos serão os válidos. Basta a um dos candidatos obter 20% mais um desses votos para estar eleito".

"Voto nulo" e "voto anulado"

Conforme Marco Aurélio, o Código Eleitoral (lei 4.737, de 1965) também não respalda a tese de que 50% de votos nulos anulariam a eleição. Ele esclareceu que os partidários do voto nulo fazem uma confusão entre "voto nulo" e "voto anulado", quando invocam o artigo 224 do código em favor de sua tese.

O artigo diz que, "se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias". Ele se refere, contudo, a votos anulados e não a votos nulos.

"Como os votos nulos (dos eleitores) são diferentes dos votos anulados (pela Justiça Eleitoral), as duas categorias não podem ser somadas, e, portanto, uma eleição só será invalidada se tiver mais de 50% de votos anulados somente pela Justiça Eleitoral", esclarece o TSE. "Os fatos que ensejam a anulação de eleição estão previstos no artigo 222 do Código Eleitoral: falsidade; fraude; coação; interferência do poder econômico e desvio ou abuso do poder de autoridade em desfavor da liberdade do voto; emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei", agrega o Tribunal.

Marco Aurélio aponta que seu entendimento está em linha com o que o TSE já decidiu num julgamento recente, no último dia 17 de agosto. Ao tratar de um caso em que se requeria a anulação de uma eleição municipal em Ipecaetá, na Bahia, o TSE proferiu: "Não se somam (...), para fins de novas eleições, os votos nulos decorrentes de manifestação apolítica do eleitor, no momento do escrutínio, seja ela deliberada ou decorrente de erro".

Auge veio com o "mensalão"

A campanha pelo voto nulo foi lançada durante a crise política de 2005, como reação aos escândalos do "mensalão", fartamente noticiados na imprensa e dando a impressão de corrupção generalizada no Congresso Nacional. Na época, as pesquisas chegaram a indicar 10% de eleitores inclinados a votar nulo na eleição de 2006. Depois este número recuou para em torno de 5%, próximo da média histórica de votos nulos.

A campanha pelo voto nulo é veiculada especialmente via internet, em especial por meio do Orkut, um mega-site de relacionamentos que abriga hoje cerca de 300 comunidades pró-voto nulo. Um deles, o MobilizAção Voto Nulo, registra 32 mil integrantes.

O presidente do TSE esclareceu que o movimento embora inócuo não é ilegal. "Quem vota nulo por vontade ou por erro não é culpado de nada nem pode ser punido, até porque o voto é dado de maneira secreta", disse Marco Aurélio Mello.

Com gências e TSE"



Isso sim é opressão calada, falsa democraicia.
Não temos mais o 'direito' de nos expressar de forma pacífica, acho que eles preferem ver a nossa indgnação através da força.
Sinceramente, estou muito nervoso.
Voto nulo agora é como voto branco, não serve para nada, não soma nada, vai para o mais votado tampouco 50% de votos anulam a eleição.
Agora devemos é não ir votar?
Então temos de criar novas idéias para tal assunto, ou mesmo partir para a força, e preparação/atitude, eu tenho.