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Emma Goldman

sexta-feira, 11 de abril de 2008

A vida de um cara legal. CAPIÍTULO 1

Estava ele lá. Se chamava Marcelo. Ele, segundo terceiros, era o famoso "atirador de pedras, o grande marcelo do olho". Ele via tudo de mau, mal, bem, tudo sobre as pessoas que relacionava. Seu olho era caótico.

Grande, de cores negras, uma pupila estendida, demonstrando superioridade à quem estivera olhando, com os cílios minúsculos, quase inexistentes. Era de uma baixa estatura, feio por si só, digino de dó. Uma perna maior que a outra, pois tera arrancado o próprio joelho aos seus 7 anos por rebeldia, depois que sua tia lhe impora que fizeste o dever de casa de Espanhol. Não ficou abalado, pois, Maria Francisca, sua então tia, tinha se suícidado ao ver o garoto arrancando o próprio membro do corpo com uma enchada.

Viveu, então, desde esta idade sozinho no mundo, a caçar joelhos. Tinha essa mania, de olhar sempre para os joelhos. Essa sua visão Χαοτικη (grego, caótica), estava o infurecendo, pois ficava fissurado ao sentir prazeres com joelhos. Quando, aos 12 anos, para não ver mais, às noites de Paris, atirava pedras em sua própria cara, para tentar esquecer dos joelhos, até, que, viu que não resolvia, arrancou o próprio olho esquerdo, ficando com a face desfigurada pelas pedradas e desfalcada pelo olho arrancado. Ficara, neste orifício do crânio um círculo propiramente dito, negro pelos seus interiores. Isto lhe causava grandes dores de cabeça, pois vermes entravam através da grande abertura circular, e sugavam o seu sangue, provocando uma grande infecção em seu interior.

Ficara muito irritado com isso, e voltou a procurar joelhos, e, achou uma menina com sua mãe com um joelho tão sedutante, e, em um ato perfeitamente rápido e ágil, pegou-a e arrancou os dois joelhos da pequena garotinha. A mãe ficara escarlate, sem saber o que fazer, e po-se a chorar, correu para a menina, chorando feito uma bezerra, gritando "Cadê a porra de deus que você falou que era bom, desgrassa!". Foi, sim uma cena chocante, e Marcelo sem dúvidas estava olhando, sem nenhum tipo de remorço. Seguiu de caminhada pelas sombras negras das alamedas de Paris, pensando em que fazer com o então joelho conquistado. Pois, eram dois. Resolveu abrir mais o lugar que sofre com os vermes, onde era o orifício do olho, e, com muito sangue, sofrimento, enfiara um joelho no local, deixando os vermes la dentro. Quando sentiu os malditos pelas suas entranhas, pegou o outro joelho, com força, ergueu o braço à frente de seu rosto, sangrado, sofrido, lançou um ligeiro movimento em direção à face, especificamente ao seu nariz, quebrando-o todo, deixando essa sua fronte-facial toda flexível, e, com o osso quebrado do então osso violentado, rasgou a pele da fronte, única coisa em que estava segurando a cartilagem nasal e alguns ossos do crânio, abrindo um grande orifício, fazendo-o jorrar sangue por todo rosto, e, repentinamente, arrancara a pele juntamente com os vermes. Ficara bem mas horrível que era.

Passaram-se alguns anos, tinha por volta de 24 anos, Marcelo, o grande, o do olho, continuava fissurado por joelhos... Desde então, fizera já mais de 134 vítimas por seu vício, inclusive presidentes de repúblicas, como o senhor João Globo II (Presidente da Itália), Pegoute (presidente da Finlândia). Ficava, com o tempo, mais velho, arrogante, forte, e cada vez menos saudável. Não se alimentava mais de vegetais, como era de costume de sua tia formalmente-correta à época, agora se alimentava de moscas, baratas, insetos em geral.

Passaram-se semanas, já havia matado alguns vampiros, alguns padres.

Tinha desafiado a Igreja, Deus. Falou que não existia. E, o povo, com receio e ódio desse indivíduo não-humano, ficara pasmo. Daí, que, surge de uma luz intensa, com cheiro de vinagre, o grande (não maior que Marcelo, o grande, o do olho), Deus, com sua espada e as sete anjas acompanhadas se masturbando.

Bem, isto não vem ao caso, foi então que, em um ato ligeiro, Deus, o cortador de Dragões, arrancou sua roupa e ficara totalmente nu, apenas com um cuturno e a espada na mão. Marcelo, entretanto, riu, debochando de Deus, achando que o joelho implantado em seu orifício que deveria estar um olho normal estava lhe dando alterações psicológicas, pressões alucinógenas. Foi na hora que, Deus, foi para cima de Marcelo do Olho, que, o último se assustara com a reação, e se esquivou da espadada dada por Deus. Assim despertou ódio ao ser supremo, desafiando-o para um ringue.

Marcelo, com sua aparência sem comentários, com o sangue, já de alguns anos, coagulado em sua face totalmente desconfigurada, com uma abertura no local nasal, a pele frontal já apodrecendo de estar dependurada ao norte dessa abertura, um joelho enfiado no local do olho, onde, o local de osso do crânio que prendia o joelho forte e firmemente já estava isento de pele, pois havia apodrecida, estava com alugmas rachaduras, e sua boca desconfiugrada, austente de toda a parte superior labial, sem dentes, cabelos crespos demonsntravam a falta de higiene. Seu físico era magro, com um braço rasgado, e uma perna menor que a outra, tendo uma roupa já usada há 15 anos, rasgada e suja por si dizer.

Deus, por outro lado, com um visual fora do normal, era totalmente branco, com olhos azuis, corpo bem moldelado, estilo homens de calendários de oficinas de carro femininas, todo nu, com o órgão genital já totalmente desenvolvido e perfeito, testículos redondamente causava orgasmo nas freiras, tinha já feito a barba, e escovado os dentes. Ele mesmo, olhou intensamente à Marcelo, que lhe devolveu uma joelhada, digo, olhar 43.

[A BRIGA ENTRE MARCELO, O GRANDE, O DO OLHO, COM DEUS, O GRANDE, O DO TESTÍCULO, SERÁ NO PRÓXIMO CAPÍTULO]

3 comentários:

Paule disse...

comenta aê senhores reis!

Leonardo Levi disse...

Parabéns pela coragem de expôr suas idéias.

Paule disse...

Valeu man!

^^

jájá sai a parte 2(final) dessa história.